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Bornout Paradise


Hello!! Hoje vim escrever sobre algo que andei aprontando no meu cabelo nesse último mês de julho. Tenho uma mania doida de cismar com as coisas que quero, e ser ruiva já estava na minha listinha de coisas a fazer. Como estava a uma semana da minha sessão de fotos para o convite da formatura, fiquei ainda mais animada com a mudança. Então, começou a minha saga na internet de pesquisar sobre tonalizantes, tinturas e os métodos de coloração. Na maioria das vezes, os tonalizantes da Igora foram os mais recomendados, porém não encontrei aqui em BH :(. Eis que então fui numa loja especializada em produto para cabeleleiros, a Destak Cosméticos e a Gabrielle, vendedora de lá foi a minha guru e tirou todas as minhas dúvidas em relação à descoloração e coloração. Então vou deixar aqui pra vocês a cor do meu cabelo antiga e a relação de produtinhos que a Gabrielle me recomendou:

Cor antiga do meu cabelo, antes de me aventurar no ruivo. Junho/2018

Agora, vamos aos produtinhos que usei:
  • Água oxigenada 40 volumes da Musa
  • Emusão reveladora ox 30 Yamá
  • Pó descolorante Colorless
  • Tonalizante Evolution of the color da Alfaparf, cor 7.34
  • Pincel
  • Luvas
E então, como foi o procedimento? Bom, como meu cabelo não estava com uma cor uniforme e a base estava escura, precisei descolorir ele todinho, iniciando pela raiz e depois descolorindo as pontas. Com a mistura da água oxigenada 40 vol e do pó descolorante, descolori todo o cabelo em 30 minutos porém isso é super relativo pois meu cabelo "abre" a cor muito fácil, em questão de minutos ele já estava super clarinho.

Foto 1: Eu descolorindo a juba || Foto 2: A cor do meu cabelo somente com a descoloração

Após a descoloração, lavei o cabelo e tirei toda a mistura com shampoo e passei apenas uma pequena mão de leave in para desembaraçar pois após a descoloração, o cabelo fica super elástico. Logo depois, misturei a emulsão reveladora com o tonalizante numa proporção 3:1 (3 medidas de tonalizante para 1 de emulsão), separei todo o cabelo e apliquei dando ênfase na raiz e enluvando muito bem cada mecha do cabelo para não ficar manchado. Deixei agir por 25 minutos. A sobrancelha, eu apenas descolori com água oxigenada e pó descolorante (NÃO USEM A 40!!). Eis o resultado:
Comparativo do cabelo seco e molhado no primeiro dia de coloração.

 O que eu achei do tonalizante da Alfaparf: O preço é um pouco salgadinho (paguei 28,90), porém rende muito e é super pigmentado. Ao meu ver, desbotou muito rápido, em questão de 2 a 3 semanas a cor já ficou "apagadinha", mas como eu apenas tonalizei, não me espantei muito. Antes que eu fale dela, deixo aqui umas fotos do meu cabelo tonalizado e sem filtro para vocês acompanharem a cor fiel

                                                                            Semana 1                                                                                                     

                                                                             Semana 2                                                                                                   


                                                                              Semana 3                                                                                                   

 Após essas 3 semanas, no dia 20, eu resolvi utilizar uma tintura permanente para reavivar a cor, cobrir a raiz e ter mais durabilidade. Para isso, usei a tinta da Maxton Ruiva + Provocante cor 8.43. Ela é super baratinha e uma ótima alternativa para as ruivinhas de farmácia que nem eu que querem manter a cor gastando pouco. Comprei a caixinha por R$9.99 na Lojas Rede, mas na internet já achei até por menos. Super recomendo essa tinta pois além de render MUITO (50g cobriu todo o meu cabelo e ainda sobrou para pintar as sobrancelhas) ela vem com uma emulsão bem cheirosinha. 

Tonalidade logo após a primeira lavagem

A cor ficou bem viva, meu cabelo não danificou e o preço compensa super. Como há apenas uma semana que pintei, deixo aqui fotos que fiz dessa semana e daqui 3 semanas eu volto para outro post sobre a tintura.


Tô amando real a cor do meu cabelo e espero MUITO que dure dessa vez. Daqui a agumas semanas eu volto pra fazer - quem sabe- uma resenha dessa coloração e atualizar vocês sobre a cor do meu cabelo. Lá no meu instagram eu sempre posto sobre meu cronograma capilar, então aproveita pra me seguir por lá, meu user é o @saragiovanam (tem o link no cabeçalho, na sidebar e no footer do blog. Só clicar e ser feliz).

É isso, obrigada.





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Fonte: http://sergle.tumblr.com/post/173383705846/daylight-after-dark-for-the-flower-series-i
             
Para início de conversa, minha intenção não é escrever nada daquele tipo de texto clichê que prega que você tenha que aceitar seu corpo da forma que ele é e pronto e acabou. Já li inúmeros textos sobre como devemos nos aceitar e ser felizes consigo mesmas e que a coisa mais linda da vida é se aceitar da forma que viemos ao mundo. Na teoria, é realmente tudo lindo.

Atualmente, aos 23 anos, falo com muito mais tranquilidade sobre aceitar meu corpo do que quando tinha 15 anos e era uma bailarina. Demorou bastante para que eu procurasse me aceitar né? Pois bem, ironicamente eu praticava uma atividade que eu amava TANTO a ponto de dar meu sangue por ela (literalmente, na maioria das vezes). Essa atividade? O ballet clássico, que comecei em 2010 no auge dos meus 14 anos. Como muita gente já sabe, o ballet é lindo, símbolo da leveza, mas também algo que demanda muita (MUITA MESMO) dedicação e disciplina. Lá conheci pessoas de vários biotipos - principalmente as magérrimas - que se cobravam horrores, tanto em relação ao corpo quanto em reação à tecnica. Obviamente era algo imposto, toda essa cobrança não surgiu do nada, e eu percebi isso quando essa cobrança passou a me atormentar também.

Perdi peso, muito peso. Devo ter perdido uns 7 a 8kg em certa época desse tempo em que dançava. Mas mesmo assim, nunca estava bom pra mim. Como sempre fui uma mulher grande (meço 1,73m) e meu biotipo sempre foi de ter muita bunda e coxa, eu sempre era vista como mais gorda entre as meninas, afinal eram de maioria magras e baixas (no palco então, eu dobrava de tamanho). Mas o principal problema não era apenas o meu corpo, era eu entender e aceitar que eu já estava magra o suficiente para o meu tipo de corpo. Para me adequar ao "físico ideal" de bailarina, eu pulava refeições, passava o dia inteiro comendo frutas e ensaiava por horas e horas com apenas água no estômago. Tudo isso para ouvir o tempo todo "pare de comer, senão não entra no figurino". E com isso, eu passei a criar um ideal de magreza que não era saudável pra mim. Cheguei a emagrecer a ponto dos meus professores da escola me chamarem para conversar sobre minha saúde, pois eu vinha emagrecendo demais. O que para eles era um motivo de preocupação, para mim era motivo de alegria... quanto mais magra, melhor. Tudo o que eu comia de "proibido", era motivo para que eu sentisse culpa. Os piores dias para mim, eram os dias para tirar medidas para confecção dos figurinos...eu murchava a barriga e morria de vergonha das minhas medidas. pior ainda quando os figurinos já vinham prontos, e nenhum fechava ou entrava em mim... aquilo pra mim era o fim do mundo. Durante as aulas, a pressão é sinistra e a regra é clara: escute calada e apenas consinta. Ouvi muita gente dizendo "escolheu ballet, tem que aguentar mesmo", "é uma arte muito ingrata", "enquanto você não desmaiar durante o ensaio, a variação não vai dar certo", "bailarina que é bailarina, tem que ter sangue na sapatilha". E com tudo isso, aprendi que tava tudo certo...eu é que deveria mesmo me adequar àqueles padrões inatingíveis de físico tão requisitado, estilo Zakharova.  Mas eu nunca imaginei o quão impossível isso era, o quão absurdo era o estilo de vida que eu havia adotado. Enquanto eu era adolescente, eu vivia integralmente para o balé e ensaiava os sete dias da semana ininterruptamente por horas e horas. Mas como toda pessoa, cheguei à idade adulta, e com isso vieram as responsabilidades e tudo mais que vocês conhecem bem...

Aos 18 anos, tive de parar de dançar pois havia conquistado o meu primeiro emprego. Eu trabalhava de 8 às 18 para pagar meu curso preparatório para o Enem de 19 às 22h, ou seja, sem o menor tempo para pensar em dança. Passava o dia inteiro fora de casa, só chegava para tomar banho, dormir e me preparar para outro dia de trabalho. Consequentemente, o que aconteceu com meu corpo? Exatamente, foi aos poucos deixando de ser aquele corpo atlético, magro e torneado. Fui ganhando peso, me alimentava mal por sempre estar na rua e também por conta do estresse de conciliar estudos com trabalho. Percebi que as calças já não fechavam mais com tanta facilidade e meu rosto estava ficando um pouco mais redondinho. Mas tudo bem, haviam mil coisas acontecendo, meu peso era o menor dos meus problemas, o meu foco naquele momento, era conquistar uma vaga em uma universidade - e eu a conquistei. Quando percebi de fato que estava engordando? Aposto uma bala chita que você vai acertar: comentários alheios. A pergunta campeã era "você parou de dançar?", quando alguém vinha me perguntar isso eu já sabia o que estava por vir adiante. Eu dizia que sim, e a pessoa me lançava uma enxurrada de perguntas sobre o motivo de eu ter parado pois meu corpo sempre foi muito bonito e que eu vinha ganhando cada vez mais peso e como eu não poderia nunca deixar aquilo acontecer afinal engordar era inaceitável na minha idade. Como seu eu não tivesse espelho em casa... como se eu não percebesse que os jeans não fechavam mais... como se eu não tivesse mais nada pra fazer da minha vida além de me preocupar com o meu físico.

Com isso eu percebi a incrível habilidade das pessoas sempre estarem dispostas a apontar os meus defeitos, comentar sobre o meu ganho de peso mas nunca perguntarem sobre meu estado emocional, se tá tudo bem, como anda a faculdade, o meu namoro, como está indo a minha vida. Ao invés disso, preferem ser desagradáveis, me dando dicas de dietas - (nenhum deles eram nutricionistas pelo que eu me lembre), me alertando sobre ter largado a dança e sobre como eu estava me tornando uma bolinha. Graças à essas pessoas, durante muito tempo eu vivi brigada com o espelho e comigo mesma, apertava minhas gordurinhas localizadas, mapeava minhas estrias, minhas marquinhas da celulite, meu culote, minha barriguinha saliente... e perguntava pra mim mesma: Cadê aquele corpo lindo que eu tinha antes? E sabe qual a resposta: Ele sempre esteve e sempre estará aqui. O que acontece, é que uma hora não tem jeito, a gente tem que focar naquilo que a gente quer para o nosso futuro... eu escolhi me dedicar ao meu curso, no meu estágio e com o coração em pedaços pois dançar sempre foi e será a atividade que eu mais amo fazer nesse mundo. A última coisa que pensei após largar a dança foi engordar, justamente porque eu abri mão daquilo que eu mais amava para entrar de cabeça nesse mundo totalmente novo (e cruel) chamado universidade. Para que vocês tenham ideia, vou dar uma resumida: Estágio, ônibus lotados, aulas aos find de semana, mochilas extremamente pesadas, uma cobrança estratosférica, grana (MUITO) escassa e isso implica em qualquer coisa que suas moedinhas possam pagar, dormir mal (isso, quando você dorme), estudar madrugadas e fins de semana pois são os nossos tempos de "sobra", enfatizo novamente a falta de grana, falta de energia e pique para levar uma vida 100% fit e saudável. Tô dizendo que é impossível? Não, mas é difícil pra cac#te! E de brinde, você ainda tem o estresse, o esgotamento físico e mental, preocupação com notas e matérias acumuladas, cansaço, ansiedade... e ainda deve sobrar um tempinho para que você se preocupe com a sua forma física viu? Tenha boas notas, mas também trate de levar uma vida saudável e seja magra, certo? 

A parte boa de não ter tempo pra absolutamente nada quando se está na universidade, é que não sobra tempo nem pra se preocupar com o que as pessoas dizem sobre mim. Com isso, priorizei mais o que acrescentaria em algo na minha vida e passei a descartar o restante. O que ganhei com isso? Menos dor de cabeça, passei a me olhar com mais gentileza e a me tratar bem. Afinal, a culpa por ter engordado não foi totalmente minha e tá tudo bem por isso. Tá tudo bem eu ter passado do manequim 36 para o 40, tudo bem eu ter uma barriguinha saliente, tudo bem ter estrias e celulites, se a moça da capa da revista pode, eu posso também. Passei a me olhar com mais amor, a perceber que cada marquinha carrega uma história em mim, e cara, isso é lindo demais! Parei de me cobrar tanto, pois era algo que não me deixava nada feliz. Me sinto linda do jeito que eu me encontro agora e sinceramente vendo as fotos antigas de quando eu estava magérrima, me sinto extremamente estranha. Tudo certo eu me sentir bem um pouco mais "cheinha" do que o habitual. Se tô 100% feliz com meu corpo? Não tô, mas parei de me odiar por isso. Parei de me martirizar por conta de comentários maldosos, afinal a cada kilograma ganho, falta eles fazerem uma matéria no Fantástico.
É cansativo ouvir todas as vezes para parar de engordar, e se você é uma dessas pessoas que vive disseminando esse tipo de comentário eu tenho um recadinho: Se não tem nada para acrescentar, fique calado.

Tenho espelho em casa, tanto ele quanto eu e meus jeans já estão cansados de saber que eu engordei. Portanto, não preciso desse tipo de lembrete.

Tô bem gordinha mesmo
continuarei comendo o que gosto
e tô bem feliz sim, 
obrigada.

Abraços.





  


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Olá! Hoje de manhã quando levantei a cabecinha do travesseiro, vi o quanto o meu quarto tava bonitinho e arrumadinho (coisa rara!) e pensei: Vamo fazer uma tour? VAMO.  Pois bem, aqui está. Sei que ando um pouco sumida daqui, mas é que anda me faltando inspiração e incentivo para voltar a escrever com frequência, mas juro que tô tentando! Ainda mais agora que meu notebook está pela hora da morte, valei-me...  Bom, quem me acompanha no meu instagram diariamente vê posts onde o meu quartinho aparece, até por que, é onde passo a maior parte do meu tempo!


Obs:Já vou avisando que 90% da decoração é da temática da minha saga favorita da vida que é Star Wars! Portanto, prepare-se para uma chuva de naves, dróides e sabres de luz. 
gif: tenor.com

Ganhei o meu quarto quando tinha mais ou menos uns quatorze anos e desde então ele já passou por várias e várias mudanças. Já tive poster de NxZero, Restart, McFly e até do Fiuk. Já tive cortinas cor rosa choque, desenhos meus nas paredes e um monte de ursos de pelúcia. Quando somos adolescentes, vemos o mundo de uma forma ímpar, nosso quarto se torna o nosso refúgio, nossa fortaleza... pois é ali que vamos chorar as primeiras ilusões, ficar horas deitadxs pensando no crush, falar ao telefone com xs amigxs, botar aquela música bem alta e dançar loucamente... O meu quarto sempre foi reflexo da minha identidade e personalidade, e acredito que essa regra não se aplica apenas a mim. Levei bastante tempo para deixá-lo de uma forma que eu realmente me identificasse de fato, acho que é culpa do signo.    


Livros e box de filmes

Meu "altar" de Star Wars e meu inseparável All Star 

Criado mudo, minha inseparável agenda, o lindo Pequeno príncipe, minha caveirinha e velas perfumadas

meu pedacinho favorito <3

Me desculpem pela má qualidade das fotografias, fiz o que eu pude, e como é o meu primeiro tour por aqui, acho que mereço uma colherinha de chá  

obs: Na prateleira tem uma fita de led, e é por esse motivo que a foto estourou um tiquinho pois a lerdeza aqui esqueceu de tirar fotos com ela desligada, dã. Portanto, vamos à listagem dos itens que eu mais amo 
  • Darth Maul - Sabor e som estelar (veio com balinhas), Lojas Americanas
  • C3PO (é um chaveirinho) da DTC, Lojas Americanas
  • Almofada Millenium Falcon, Riachuelo  (presente da melhor amiga)
  • Kylo Ren de madeira, brinde do Cineart na compra do combo de Star Wars: Os últimos Jedi
  • Darth Vader da Hasbro, Lojas Americanas
  • Stormtrooper e C3PO, sem marca, foi comprado em lojinha de bairro.
  • Yoda (é um chaveirinho), ganhei da Nay 
  • Dark2 662, da Nerd Universe
  • Almofada BB-8, Riachuelo
  • Miniatura naves Millenium Falcon e Tie Figther, da Hot Wheels
  • Quadrinhos aquarela, Printed Art (a lojinha nao existe mais )
  • Máscara Vader, comprei na Aluá Festas
  • Sabres de luz, importados da lojinha De tudo Shopping 
  • Pôsteres, ganhei na Riachuelo por comprar produtos da linha Star Wars
  • Velas perfumadas, são da Krea (deliciosas)
  • Caveira, comprei numa feirinha local

Espero que tenham gostado do meu primeiro post desse tipo por aqui, não deixa de me dizer o que achou hein! Seu feedback é extremamente importante pra mim!! 

Um beijo!  
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710cd2c9_2592_4574_8f6c_2248c15b9db3SARA GIOVANA

Hello There! Sou uma gamer noob, libriana, Jedi, tagarela e viciada em café (ah, em cosméticos também). Completamente apaixonada pela cultura Geek e estudante da área de tecnologia.



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